Helena Arcoverde

colourful

Posted in Fotografia by helenarcoverde on 23/05/2017

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by helena sobral arcoverde

fotog: Helena, maio 2017

Posted in Fotografia by helenarcoverde on 23/05/2017

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untitled

Posted in Poesia by helenarcoverde on 22/05/2017

por helena sobral arcoverde

If after love comes emptiness

Don´t be startled

It´s another trick of loneliness

ARCOVERDE, Helena Sobral. untitled. In: blog Helena Arcoverde. Translation: SCHLEMM, Martha. Curitiba, 2017.

 

escuse me

Posted in Poesia by helenarcoverde on 21/05/2017

by helena sobral arcoverde

Excuse me for I am sad

I want to be asleep sooner

To leave very early

To meet the morning

And hear it say

Don´t fret, it will pass

And I´ll be happy

For no one can pretend better

Than it can

ARCOVERDE, Helena Sobral. Escuse me. In: blog Helena Arcoverde. Translation: SCHLEMM, Martha. Curitiba, 2017.

nação em ruína

Posted in Crônica by helenarcoverde on 20/05/2017

Por helena sobral arcoverde
A Nação chora. Esperou pelo seu povo e ele falhou. Desiludida, lastima a esperança naqueles que se atêm à pequenês dos dias, à ganância de grupos, à insensatez. As crianças – perplexas, esperam do país o que seus homens não deixaram que fizesse. Os desvalidos almejam além das migalhas e imploram que seus “nomes não sejam usados em vão”. Eu deixaria os rios, as cachoeiras a cair desconsoladas. Eu deixaria todas as ruas que amei aqui e acolá.Os sorrisos fáceis no ponto de ônibus. As conversas sobre o inverno. As ruas de asfalto remendado e até as flores que teimam em nascer nas frestas das calçadas cimentadas. Eu deixaria minha rua que as folhagens tornam – do alto- um fio. Eu deixaria tudo que amo nos dias amenos ou frios. Que nem meu país, estou desiludida.
Gostaria de dizer-lhe que para ser grande não precisa de tutelas, só de liberdade pois só a autonomia faria seu povo prosperar. Mas seriam palavras vãs. O mais triste é saber que levaria daqui a ideia de que “O mundo é um lodaçal perdido/Cujo sol (quem me dera) é o dinheiro…”. A ruína se instaurou. E pouco resta, a não ser chorar.